segunda-feira, 28 de junho de 2010

ALERJ APROVA PEC QUE PERMITE VOLTA AUTOMÁTICA DE MILITAR ABSOLVIDO NA JUSTIÇA COMUM

PEC 41 aprovada na Alerj
"A Alerj aprovou ontem a proposta de emenda constitucional 41, de minha autoria. A votação teve a presença de 53 deputados, com 51 votos a favor. A PEC 41 é uma proposta de emenda que permite o retorno do servidor público militar estadual para a corporação depois de absolvido na justiça pela ação que causou sua demissão. Mais uma vez fico feliz em ver mais uma proposta aprovada com a ajuda de todos os deputados.
- Esse projeto tem por objetivo fazer justiça aos Policiais e Bombeiros Militares."

Parabéns ao Dep. Wagner Montes pela proposta!

JUNTOS SOMOS FORTES,
LAURO BOTTO ۞۞

6 comentários:

  1. Prezado Sr. Ten Lauro,

    É sempre bom unir forças em defesa de nossa classe, já assolada por este governo, obrigado ao Wagner Montes.

    Mais como não poderia deixar passar em branco uma critica ao egregio deputado:

    Ao contrario de fazer passar esta pec., por que o mesmo não tenta aprovar a pec. 24/2008, que trata do piso salarial, obrigando o Estado manter o soldo acima do salario minimo regional?

    Ora Imo. Ten, talves se os militares beneficiados pela pec. 41 recebessem salarios dignos, não estariam envolvidos em 99% das situaçoes que os levam a exclusão.

    Só para ter noção um soldado, com 107% de auxilo moradia estaria recebendo um salario de aproximadamente R$ 2.500,00.

    Ano de eleiçao e assim mesmo, sempre estao querendo aparecer para abafar o que nao fizeram e nem obrigaram o governador a fazer. Dignidade Salarial e condiçaõ de trabalho!

    Não faz nada agente escraxxa tambem!

    Camilo Quintela
    Cb BM

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  2. Agora ele é do time da corja: Escraxxxxxxaaaaaaa

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  3. quero saber é do estatuto do BM que esta com o wagner montes.

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  4. http://odia.terra.com.br/blog/blogdaseguranca/200808archive001.asp

    Vigário Geral: tragédias por todos os lados
    Por Gustavo de Almeida

    "...Poucos sabem, mas há um PM no caso de Vigário Geral que acabou se tornando vitima. Trata-se de Sérgio Cerqueira Borges, conhecido como Borjão.
    Borjão foi um dos presos que em 1995 já eram vistos como inocentes, colocados no meio apenas por ser do 9º´BPM. A inocência de Borjão no caso era tão patente que ele inclusive foi o depositário de um equipamento de escuta pelo qual o Ministério Público pôde esclarecer diversos pontos em dúvida.
    Borjão foi expulso da PM antes mesmo de ser julgado pela chacina. Era preso disciplinar por "não atualizar endereço".
    Borjão conta até hoje que deu depoimento em seu Conselho de Disciplina sob efeito de tranqüilizantes, ainda no Batalhão de Choque. Seus auditores sabiam disto. "No BP-Choque, fomos torturados com granadas de efeito moral as vésperas do depoimento no 2º Tribunal do Júri, cujos fragmentos foram apresentados à juíza, que enviou a perícia. Isto consta nos autos, mas nada aconteceu", conta Borjão, hoje sem uma perna e com a saudade de um filho, assassinado em circunstâncias misteriosas, sem que ele nada pudesse fazer.
    "No Natal fui transferido para a Polinter. Protestei aos gritos contra a injustiça. e Me mandaram para o hospital psiquiátrico em Bangu mas, por não ter sido aceito, retornei e em dias fui transferido para Água Santa. Lá também fui espancado e informei no dia seguinte em juízo, estando com diversos ferimentos, mas sequer fiz exame de corpo delito. Transferido para o Frei Caneca, pude ajudar a gravar as fitas com as confissões e em seguida fui transferido para o Comando de Policiamento do Interior. Após a perícia das fitas fui solto. Dei entrevistas me defendendo e tive minha liberdade provisória cassada e me mandaram para o 12ºBPM a fim de me silenciarem. No júri, fui absolvido. Meus pedidos de reintegração à PM nunca foram respondidos".
    A história de Borjão ao longo de todos estes 15 anos só não supera mesmo a dor de quem perdeu alguém na chacina. Mas eu não estaria exagerando se dissesse que Sérgio Cerqueira Borges acabou se tornando uma vítima de Vigário Geral. "Tive um filho com 18 anos assassinado por vingança. Sofri vários atentados e um deles, a tiros, me fez perder parcialmente os movimentos da perna esquerda. Sofro de diabete, enfartei aos 38 anos e vivo com um tumor na tireóide. Hoje em dia tento reintegração à PM em ação rescisória, o processo é o número 2005.006.00322 no TJ, com pedido de tutela antecipada para cirurgia no Hospital da PM para extração do tumor. Portanto, vários atentados à dignidade humana foram cometidos. As pessoas responsáveis nunca responderão por diversas prisões de inocentes? Afinal foram 23 inocentes presos por quase quatro anos com similares seqüelas. A injustiça queima a alma e perece a carne!", desabafa Borjão.
    Borjão hoje conta com ajuda da OAB para lutar por sua reintegração. Mas o desafio é gigantesco.
    Triste ironia do destino: o policial hoje mora em Vigário, palco da tragédia que o jogou no limbo.

    A filha dele, no entanto, me contou há alguns dias que não houve tempo suficiente para esperar pela Justiça e pela PM - Borjão teve que operar às pressas o tumor na tireóide no Hospital Municipal de Duque de Caxias. A cirurgia foi bem. Sérgio Cerqueira Borges vai sobreviver mais uma vez.
    Sobreviver de forma quase tão dura como os parentes de 21 inocentes, estas pessoas que sobrevivem mais uma vez a cada dia, a cada hora. No Rio de Janeiro é assim: as tragédias têm vários lados e a tristeza de quem tem memória dificilmente se dissipa. Pelo menos nesta data, neste 29 de agosto que nos asfixia.

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  5. http://www.emdiacomacidadania.com.br/post.php?titulo=ex-pm-carioca-acusado-injustamente-faz-graves-denuncias-ao-site

    ATENTADO À DIGNIDADE HUMANA.

    Fui um dos acusados inocentes da chacina de Vigário Geral em 93. Preso disciplinar por "não atualizar endereço", no CD (ADM) provei ter informado, entretanto fui excluído pela acusação da chacina. Vários princípios constitucionais foram feridos, o DEVIDO PROCESSO LEGAL, etc. Libelado por não informar endereço, mas excluído pela chacina sem ser ainda julgado.(Tribunal de exceção). No BPchoque prestei depoimento sob efeito de tranqüilizantes no CD (conselho disciplinar) com conhecimento dos oficiais, membros. No Bpchoque fomos torturados com granadas de efeito moral as vésperas do depoimento no II TJ, cujos fragmentos foram apresentados à juíza, que enviou a perícia, consta nos autos, mas nada aconteceu. No natal transferido para POLINTER, protestei aos gritos a injustiça e no curso fui enviado ao hospital de loucos em Bangu mas por não ter sido aceito retornei e, em dias fui transferido a Água Santa. Neste também fui agredido e informei no dia seguinte em juízo, estando com ferimentos, mas nem fui periciado. Transferido para o Frei Caneca (UPE), pude ajudar a gravar as fitas com as confissões e transferido para o CPI/PM. Após a perícia das fitas fui solto, Dei entrevistas me defendendo e tive minha liberdade provisória caçada e enviado ao 12ºBPM para me silenciarem. No júri fui absolvido. Meus pedidos de reintegração nunca foram respondidos até a alguns dias quando um CEL PM informou via correspondência que meu direito processual havia precuído, esperaram o tempo passar para não discutirem o meu direito material. Tive um filho com 18 anos, assassinado por vingança, tive vários atentados e um deles me aleijou a perna esquerda, sofro de diabete, enfartei aos 38 anos, possuo um tumor na tireóide. Tento reintegração em ação rescisória Processo No 2005.006.00322 TJRJ com pedido de tutela antecipada para cirurgia no HPM para extração do tumor. Portanto vários atentados à dignidade humana foram cometidos. As pessoas responsáveis nunca responderão por diversas prisões de inocentes? Afinal foram 23 inocentes presos por quase quatro anos com similares seqüelas. Ajudem-me a resgatar minha dignidade. A injustiça queima a alma e perece a carne!
    Obrigado.

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  6. http://asflorentinasdojardimamerica.blogspot.com/2009/06/o-verdadeiro-comando-nao-manda-comanda.html

    O VERDADEIRO COMANDO NÃO MANDA COMANDA


    Durante a Guerra Civil Americana, houve necessidade de uma tropa de soldados, em determinada circunstância, construir uma ponte. O oficial ordenou que os soldados cortassem algumas árvores. Os homens eram poucos e o trabalho era muito lento. Um homem de aparência imponente passou pelo local. Do alto do seu cavalo observou a cena e falou ao oficial responsável:“Você tem poucos homens para a tarefa.”“É”, respondeu o outro. “Precisamos de ajuda.”“Mas por que você mesmo não põe mãos à obra?” - perguntou o homem a cavalo.O oficial se ofendeu com a sugestão e falou alto:“Eu, senhor? Mas eu sou um cabo.“É verdade”- falou o cavaleiro calmamente.E, descendo do cavalo, pôs-se a trabalhar lado a lado com os soldados, até concluir o serviço.Ao final, montou de novo o seu animal e disse ao oficial:“Cabo, da próxima vez que tiver uma tarefa a cumprir e poucos homens para o serviço, avise ao seu comandante superior e eu tornarei a vir.”Mais tarde, o cabo descobriu que o desconhecido que assim lhe falara era o General Washington.

    Baseado no texto: Homem suficiente para o trabalho, de Ella Lyman Cabot, de O livro das virtudes, de William J. Bennett, v. 2, ed. Nova fronteira.

    http://amigosdaguardacivil.blogspot.com/2009/06/o-verdadeiro-comando-nao-manda-comanda.html

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